
Sem lenço, sem documento e com um bocado de cerveja na geladeira, faremos desse espaço cibernético e "muderno" - como diria um grande amigo barbado - uma sala de casa aberta aos olhos, uma degustação de palavras da infâmia sobre aquilo tudo que tanto gostamos: a História.
Partimos então da difamação: de ouvido a ouvido, o valor simbólico (e irônico) de todos os boatos como mote primordial das nossas crônicas, que aqui serão jogadas, como carga em excesso de navio afundando. Sem muito, pra começar.
Desocupados do mundo, uni-vos!
Por Kátia Frávia
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